Repensar a democracia - Sorteio ou a substituição do político

E se substituíssemos os políticos por pessoas escolhidas ao acaso?

Resumo
Se você acha que a democracia está quebrada, aqui vai uma ideia: vamos substituir os políticos por pessoas selecionadas aleatoriamente. Autor e ativista Brett Hennig apresenta um caso convincente para a democracia de seleção, ou seleção aleatória de funcionários do governo - um sistema com raízes na antiga Atenas que se encaixa na sabedoria da multidão e confia a pessoas comuns tomar decisões equilibradas para o bem maior de todos. Soa louco? Saiba mais sobre como isso poderia funcionar para criar um mundo livre de políticas partidárias.


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Substituir políticos

Comentário
O grande mérito desta ideia é que a representação parlamentar seria muito mais próximo da realidade encontrada na população da nação. O parlamento seria menos permeável à corrupção, dado que não haveria partidos a impor disciplina de voto ou a defender os seus mesquinhos interesses próprios e finalmente porque traria a soberania a quem ela pertence: ao povo.

E para os hipócritas que diriam que os ignorantes e os influenciáveis ocupariam os lugares tenho a dizer: Se a alguém é reconhecida a capacidade de votar ou seja de escolher quem os representa ao mais alto nível, porque não reconhecer-lhes também a capacidade de decidir as leis que os governam? O exercício é de todo semelhante. A diferença é que no primeiro caso, os eleitos se podem estar nas tintas para os que os elegeram e esquecer completamente aquilo que se lhes prometeu no programa eleitoral!
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